Olá bom dia na Graça e na Paz de Cristo
Os privilégios dos crentes
1º) Ousadia V. 19. Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo lugar, pelo sangue de Jesus.
2º) Segurança no novo Caminho. V. 20 pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e vivo, através do véu, isto é, da sua carne,
3º) Temos um grande Sacerdote: V. 21 e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus,
4º) Chegar-se a Deus. V. 22 cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência, e o corpo lavado com água limpa,
5º) Reter a esperança: v.23 retenhamos inabalável a confissão da nossa esperança, porque fiel é aquele que fez a promessa;
6º) Amor ao próximo V. 24 e consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Amém
Agora estamos prontos e somos convidados a entrar no santuário – na própria presença de Deus. Nos é dito para retermos firmes, e então somos lembrados de que, embora sejamos fracos, ELE continua fiel.
Hebreus 10:22 exorta-nos: “Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé”. Discuta a expressão que caracteriza a fé e que nos é dada em Heb. 11:1. Poderá isto traduzir “fé é confiança no que não se vê, com esperança no futuro”? Que importância assume a fé na nossa relação com Deus? (Vers. 6)
Em Cristo
Pr. Zezito
webvisita
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
Reflexão para Hoje
Nosso Espírito Não Precisa Envelhecer
Por isso nunca ficamos desanimados. Mesmo que o nosso corpo vá se gastando, o nosso espírito vai se renovando dia a dia. (2 Co 4.16)
Fonte;http://reflexoes-posts.blogspot.com/search?updated-max=2011-07-08T14:05:00-07:00&max-results=7&start=7&by-date=false
Davi foi um grande guerreiro e começou batalhando contra leões e ursos quando ainda era jovem, prosseguiu enfrentando um gigante e no decorrer de sua vida enfrentou diversas outras batalhas. Mas, um dia, por pouco ele não foi morto numa guerra. Graças a um de seus valentes soldados, ele escapou da morte. Depois dessa, seus soldados lhe disseram que ele não iria mais batalhar junto com eles (2 Samuel 21.17). Davi iria lhes ajudar com sua experiência de guerra, mas não pegaria mais na espada. Ele deu de cara com o que Paulo disse: o corpo vai se gastando. Seu corpo já não era mais o do garotão de décadas atrás. Rugas apareceram, os cabelos ficaram brancos, as mãos já não seguravam a espada com a mesma firmeza. É, o corpo estava se gastando. Mas, será que isso queria dizer que era o fim da linha? Não, pois, há algo em nós que não precisa e nem deve envelhecer junto com o corpo. O nosso espírito vai se renovando dia a dia.
Nosso espírito é aquela parte de nós que nos torna criaturas singulares, pois com ela temos comunhão com Deus que é espírito (Jo 4.24). Quando Deus criou o homem, formou seu corpo do pó da terra, e esse um dia voltará para lá (Ec 12.7). Neste corpo formado do pó Deus soprou o fôlego de vida e formou o espírito humano (Gn2.7). Quando o pecado entrou na história humana, o espírito que é como uma lâmpada (Pv 20.27 RA), se apagou e ficou em trevas (Ef 4.18). Mas quando Jesus entrou na história humana, novamente Deus disse: Haja luz, e houve luz. A lâmpada que estava apagada foi acesa novamente (2 Co 4.6). Neste momento somos novas criaturas porque há um novo espírito dentro de nós (Ez 11.19). Esse espírito segue o caminho oposto do nosso corpo. Enquanto o corpo vai se desgastando, o espírito vai se renovando.
Este renovar do espírito não é automático e sim uma resposta ao tipo de vida que vivemos. Nosso espírito vai se renovando à medida que passamos mais tempo na presença de Deus em oração. Nosso espírito vai se renovando à medida que nos alimentamos diariamente da palavra de Deus. Nosso espírito vai se renovando à medida que ouvimos e obedecemos à voz do bom Pastor. Nosso espírito vai se renovando à medida que vamos aprendendo as lições que Deus nos ensina através das circunstâncias que passamos. Não é à toa que as pérolas da literatura espiritual nos foram dadas por homens com o corpo marcado pelo tempo, mas com o espírito renovado. Grandes heróis da fé partiram desta vida fartos de dias, porém com o espírito rejuvenescido.
Há pessoas que espiritualmente nos fazem lembrar “O curioso caso de Benjamim Button”.
Não nos esqueçamos o quanto o corpo pode influenciar o espírito e o espírito ao corpo. Quando uma pessoa, por não aprender a não levar em conta seu próprio corpo amortecido pelos anos (Rm 4.19), passa a se sentir velho e inútil, seu espírito vai envelhecendo também. Mas, quando o que está em evidência na vida de uma pessoa é o seu homem interior, seu corpo é sustentado por este espírito forte. Foi por ter um espírito assim que Calebe, aos 85 anos de idade ainda tinha coragem de enfrentar gigantes (Js 14.10,11). Davi, quando se viu impedido de ir para as batalhas, também não se sentiu jogado fora. Na sua velhice, sob seu comando, seus pupilos fizeram mais do que ele (2 Sm 21.18-22). Na sua velhice, ele compunha salmos mais belos (2 Sm 22). Na sua velhice ele ainda pôde dar conselhos a Salomão para que ele se tornasse um grande rei (1 Re 2).
O tempo pode destruir muita coisa, mas aquilo que dentro de nós foi construído por Deus não será destruído. Nosso homem interior será renovado dia-a-dia e assim nunca desanimaremos da vida e só partiremos quando tivermos completado nossa carreira.
Fonte;http://reflexoes-posts.blogspot.com/search?updated-max=2011-07-08T14:05:00-07:00&max-results=7&start=7&by-date=false
Davi foi um grande guerreiro e começou batalhando contra leões e ursos quando ainda era jovem, prosseguiu enfrentando um gigante e no decorrer de sua vida enfrentou diversas outras batalhas. Mas, um dia, por pouco ele não foi morto numa guerra. Graças a um de seus valentes soldados, ele escapou da morte. Depois dessa, seus soldados lhe disseram que ele não iria mais batalhar junto com eles (2 Samuel 21.17). Davi iria lhes ajudar com sua experiência de guerra, mas não pegaria mais na espada. Ele deu de cara com o que Paulo disse: o corpo vai se gastando. Seu corpo já não era mais o do garotão de décadas atrás. Rugas apareceram, os cabelos ficaram brancos, as mãos já não seguravam a espada com a mesma firmeza. É, o corpo estava se gastando. Mas, será que isso queria dizer que era o fim da linha? Não, pois, há algo em nós que não precisa e nem deve envelhecer junto com o corpo. O nosso espírito vai se renovando dia a dia.
Nosso espírito é aquela parte de nós que nos torna criaturas singulares, pois com ela temos comunhão com Deus que é espírito (Jo 4.24). Quando Deus criou o homem, formou seu corpo do pó da terra, e esse um dia voltará para lá (Ec 12.7). Neste corpo formado do pó Deus soprou o fôlego de vida e formou o espírito humano (Gn2.7). Quando o pecado entrou na história humana, o espírito que é como uma lâmpada (Pv 20.27 RA), se apagou e ficou em trevas (Ef 4.18). Mas quando Jesus entrou na história humana, novamente Deus disse: Haja luz, e houve luz. A lâmpada que estava apagada foi acesa novamente (2 Co 4.6). Neste momento somos novas criaturas porque há um novo espírito dentro de nós (Ez 11.19). Esse espírito segue o caminho oposto do nosso corpo. Enquanto o corpo vai se desgastando, o espírito vai se renovando.
Este renovar do espírito não é automático e sim uma resposta ao tipo de vida que vivemos. Nosso espírito vai se renovando à medida que passamos mais tempo na presença de Deus em oração. Nosso espírito vai se renovando à medida que nos alimentamos diariamente da palavra de Deus. Nosso espírito vai se renovando à medida que ouvimos e obedecemos à voz do bom Pastor. Nosso espírito vai se renovando à medida que vamos aprendendo as lições que Deus nos ensina através das circunstâncias que passamos. Não é à toa que as pérolas da literatura espiritual nos foram dadas por homens com o corpo marcado pelo tempo, mas com o espírito renovado. Grandes heróis da fé partiram desta vida fartos de dias, porém com o espírito rejuvenescido.
Há pessoas que espiritualmente nos fazem lembrar “O curioso caso de Benjamim Button”.
Não nos esqueçamos o quanto o corpo pode influenciar o espírito e o espírito ao corpo. Quando uma pessoa, por não aprender a não levar em conta seu próprio corpo amortecido pelos anos (Rm 4.19), passa a se sentir velho e inútil, seu espírito vai envelhecendo também. Mas, quando o que está em evidência na vida de uma pessoa é o seu homem interior, seu corpo é sustentado por este espírito forte. Foi por ter um espírito assim que Calebe, aos 85 anos de idade ainda tinha coragem de enfrentar gigantes (Js 14.10,11). Davi, quando se viu impedido de ir para as batalhas, também não se sentiu jogado fora. Na sua velhice, sob seu comando, seus pupilos fizeram mais do que ele (2 Sm 21.18-22). Na sua velhice, ele compunha salmos mais belos (2 Sm 22). Na sua velhice ele ainda pôde dar conselhos a Salomão para que ele se tornasse um grande rei (1 Re 2).
O tempo pode destruir muita coisa, mas aquilo que dentro de nós foi construído por Deus não será destruído. Nosso homem interior será renovado dia-a-dia e assim nunca desanimaremos da vida e só partiremos quando tivermos completado nossa carreira.
Em Cristo
Pr. Zezito
quinta-feira, 8 de março de 2012
AGRADECIMENTOS
Feliz Dia Internacional da Mulher
Por ser batalhadora e dedicada
Por nunca aceitar não como resposta
Por ser inspiração de poetas
Por estar sempre pronta e disposta
Por ser quem dá a vida e alimento

Por sua sinsibilidade e compreensão
Por tudo que há anos enfrenta
Por ser guiada pela emoção
Por amar incondicionamente
Por ser mulher, simplesmente. Parabéns
A todas as mulheres, principalmente as que fazem a familia IBA
Feliz dia internacional da Mulher
Em Cristo
Pr. Zezito
Reflexão para Hoje
Foi por minha culpa
Fonte;http://reflexoes-posts.blogspot.com/search?updated-max=2011-11-11T13:24:00-08:00&max-results=7
Jonas respondeu: “Vocês me peguem e joguem no mar, que ele ficará calmo. Pois eu sei que foi por minha culpa que esta terrível tempestade caiu sobre vocês”. Jonas 1.12
Sempre que nos lembramos de Jonas, o que nos vem à cabeça é a imagem do profeta desobediente, do homem que tentou fugir da face do Senhor, daquele de desejou a destruição dos ninivitas. Mas existe um aspecto da pessoa de Jonas que é muito admirável...
Lá estavam os marinheiros sem saber o que fazer para sobreviverem àquela tempestade. A cada momento aliviavam o peso do navio jogando o carregamento ao mar. E a tempestade piorando. Começaram a clamar, cada um ao seu deus. Um invocava o deus da chuva, o outro invocava o deus dos mares, o outro invocava o deus do trovão. E a tempestade só piorando. Foi quando encontraram Jonas dormindo no porão do navio e o convocaram a juntarem-se a eles e clamar ao seu Deus. Qualquer ajuda era bem vinda!
Os marinheiros desconfiaram que aquela tempestade fosse sobrenatural e, provavelmente, consequência da ira dos deuses. Isso mesmo, “os deuses” estavam irados com alguém que estava naquele navio. Eles lançaram sortes para descobrir quem era este que havia enfurecido os deuses e a sorte caiu sobre Jonas. Por essa, Jonas não esperava. Aqueles marinheiros pagãos, usando um método pagão, acertaram em cheio. Deus é soberano e está no controle de tudo, mesmo que os homens não o conheçam, não o aceitem e nem acreditem nEle. Era esse Deus, capaz de agitar os ventos e os mares, que estava irado, irado com Jonas.
Quando questionado, Jonas declarou quem era seu Deus, o que fez os marinheiros temer, pois, apesar de não adorarem a este Deus, já conheciam as histórias das grandes manifestações do Deus dos hebreus, que na verdade é o Deus de toda terra. Jonas declarou porque Deus estava tão irado, e é aí que vemos algo admirável neste homem. Ele disse: “Foi por minha culpa que esta terrível tempestade caiu sobre vocês”. Jonas não disse que aquela tempestade estava acontecendo por causa da idolatria daqueles marinheiros, nem por causa de suas práticas supersticiosas, nem por eles não pertencerem ao povo de Israel. Poucas coisas enfurecem tanto a Deus quanto a desobediência daqueles que o conhecem. Deus é o juiz de toda terra, mas, seu juízo vem primeiro sobre aqueles que, mesmo conhecendo Sua palavra, não a praticam. O que há de bonito em Jonas é que ele assumiu sua culpa, coisa cada dia mais rara.
Jonas nos dá uma lição do quanto devemos encontrar em nós mesmos o motivo de certas tempestades. Jonas não mandou os marinheiros jogarem seus ídolos ao mar. Disse que atirassem ele mesmo ao mar. Quando os marinheiros fizeram isso, a tempestade cessou. Como consequência disso, aqueles marinheiros temeram a Deus e o adoraram (Jn 1.16). Já pesou?! Um despertamento espiritual aconteceu naquele navio, não pela pregação de Jonas, mas sim, pelo reconhecimentos de sua culpa e seu arrependimento. Não estará aí um caminho para o despertamento espiritual numa família, numa cidade numa nação? No entanto, muitos acreditam que reconhecer suas culpas trará escândalo perante o mundo. Porém, foi Deus quem disse: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” (2 Cr 7.14).
Se humilhar. Está aí uma coisa que muitos preferem ver o navio afundar, a fazer isso.
Fonte;http://reflexoes-posts.blogspot.com/search?updated-max=2011-11-11T13:24:00-08:00&max-results=7
Jonas respondeu: “Vocês me peguem e joguem no mar, que ele ficará calmo. Pois eu sei que foi por minha culpa que esta terrível tempestade caiu sobre vocês”. Jonas 1.12
Sempre que nos lembramos de Jonas, o que nos vem à cabeça é a imagem do profeta desobediente, do homem que tentou fugir da face do Senhor, daquele de desejou a destruição dos ninivitas. Mas existe um aspecto da pessoa de Jonas que é muito admirável...
Lá estavam os marinheiros sem saber o que fazer para sobreviverem àquela tempestade. A cada momento aliviavam o peso do navio jogando o carregamento ao mar. E a tempestade piorando. Começaram a clamar, cada um ao seu deus. Um invocava o deus da chuva, o outro invocava o deus dos mares, o outro invocava o deus do trovão. E a tempestade só piorando. Foi quando encontraram Jonas dormindo no porão do navio e o convocaram a juntarem-se a eles e clamar ao seu Deus. Qualquer ajuda era bem vinda!
Os marinheiros desconfiaram que aquela tempestade fosse sobrenatural e, provavelmente, consequência da ira dos deuses. Isso mesmo, “os deuses” estavam irados com alguém que estava naquele navio. Eles lançaram sortes para descobrir quem era este que havia enfurecido os deuses e a sorte caiu sobre Jonas. Por essa, Jonas não esperava. Aqueles marinheiros pagãos, usando um método pagão, acertaram em cheio. Deus é soberano e está no controle de tudo, mesmo que os homens não o conheçam, não o aceitem e nem acreditem nEle. Era esse Deus, capaz de agitar os ventos e os mares, que estava irado, irado com Jonas.
Quando questionado, Jonas declarou quem era seu Deus, o que fez os marinheiros temer, pois, apesar de não adorarem a este Deus, já conheciam as histórias das grandes manifestações do Deus dos hebreus, que na verdade é o Deus de toda terra. Jonas declarou porque Deus estava tão irado, e é aí que vemos algo admirável neste homem. Ele disse: “Foi por minha culpa que esta terrível tempestade caiu sobre vocês”. Jonas não disse que aquela tempestade estava acontecendo por causa da idolatria daqueles marinheiros, nem por causa de suas práticas supersticiosas, nem por eles não pertencerem ao povo de Israel. Poucas coisas enfurecem tanto a Deus quanto a desobediência daqueles que o conhecem. Deus é o juiz de toda terra, mas, seu juízo vem primeiro sobre aqueles que, mesmo conhecendo Sua palavra, não a praticam. O que há de bonito em Jonas é que ele assumiu sua culpa, coisa cada dia mais rara.
Jonas nos dá uma lição do quanto devemos encontrar em nós mesmos o motivo de certas tempestades. Jonas não mandou os marinheiros jogarem seus ídolos ao mar. Disse que atirassem ele mesmo ao mar. Quando os marinheiros fizeram isso, a tempestade cessou. Como consequência disso, aqueles marinheiros temeram a Deus e o adoraram (Jn 1.16). Já pesou?! Um despertamento espiritual aconteceu naquele navio, não pela pregação de Jonas, mas sim, pelo reconhecimentos de sua culpa e seu arrependimento. Não estará aí um caminho para o despertamento espiritual numa família, numa cidade numa nação? No entanto, muitos acreditam que reconhecer suas culpas trará escândalo perante o mundo. Porém, foi Deus quem disse: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” (2 Cr 7.14).
Se humilhar. Está aí uma coisa que muitos preferem ver o navio afundar, a fazer isso.
terça-feira, 6 de março de 2012
Todo Dia Com Paz
Terça-feira 6 Março
E o rei me disse: Que me pedes agora? Então orei ao Deus dos céus (Neemias 2:4).
Fonte:http://www.apaz.com.br/todo_dia.html
EM TODO LUGAR
O trabalho dos mineiros sempre foi perigoso. Nos tempos antigos, eles raramente passavam dos quarenta anos. Muitos se tornavam vítimas de pedras que caíam ou de silicose (doença dos pulmões), além de outros perigos. Temperaturas extremas e a umidade causavam danos aos trabalhadores. Obviamente sabiam que sua saúde e segurança não dependiam somente deles, pois em uma mina que visitei recentemente havia uma capela subterrânea. Eles iam lá para orar antes do trabalho. E tinham razão para isso. O guia que estava nos mostrando o lugar não tinha explicação para aquilo, e os outros turistas consideravam a capela como uma mera relíquia do passado. “Como as pessoas eram retrógradas naquele tempo!” Será?
Mudança de cenário. O respeitado ministro Neemias estava envolvido em uma importante conversa com o poderoso rei da Pérsia, Artaxerxes-I. Havia questões relevantes em jogo. Uma palavra errada poderia causar conseqüências imprevisíveis. O que esse homem, em posição tão alta, fez? Ele orou (leia o capítulo 2 de Neemias).
Deus ouviu aquela curta oração. Que maravilha é podermos orar onde estivermos. Nós também precisamos de proteção e ajuda nas tarefas e decisões difíceis. E nosso grande Deus escuta as orações, seja em uma mina, no palácio dos governantes, na cozinha de uma dona-de-casa, enfim, em qualquer lugar. E orar não é ser retrógrado, é ser sábio!
Terça-feira 6 Março
E o rei me disse: Que me pedes agora? Então orei ao Deus dos céus (Neemias 2:4).
Fonte:http://www.apaz.com.br/todo_dia.html
EM TODO LUGAR
O trabalho dos mineiros sempre foi perigoso. Nos tempos antigos, eles raramente passavam dos quarenta anos. Muitos se tornavam vítimas de pedras que caíam ou de silicose (doença dos pulmões), além de outros perigos. Temperaturas extremas e a umidade causavam danos aos trabalhadores. Obviamente sabiam que sua saúde e segurança não dependiam somente deles, pois em uma mina que visitei recentemente havia uma capela subterrânea. Eles iam lá para orar antes do trabalho. E tinham razão para isso. O guia que estava nos mostrando o lugar não tinha explicação para aquilo, e os outros turistas consideravam a capela como uma mera relíquia do passado. “Como as pessoas eram retrógradas naquele tempo!” Será?
Mudança de cenário. O respeitado ministro Neemias estava envolvido em uma importante conversa com o poderoso rei da Pérsia, Artaxerxes-I. Havia questões relevantes em jogo. Uma palavra errada poderia causar conseqüências imprevisíveis. O que esse homem, em posição tão alta, fez? Ele orou (leia o capítulo 2 de Neemias).
Deus ouviu aquela curta oração. Que maravilha é podermos orar onde estivermos. Nós também precisamos de proteção e ajuda nas tarefas e decisões difíceis. E nosso grande Deus escuta as orações, seja em uma mina, no palácio dos governantes, na cozinha de uma dona-de-casa, enfim, em qualquer lugar. E orar não é ser retrógrado, é ser sábio!
segunda-feira, 5 de março de 2012
Todo Dia Com Jesus
Lucas 11:37-54
Fonte;http://www.ajesus.com.br/todo_dia_com_jesus/novotestamento139.html
Pela segunda vez, o Senhor Jesus é convidado a comer com um fariseu (compare capítulo 7:36). Desta vez o Seu anfitrião até ousa criticá-LO. Então, num discurso veemente, Aquele que conhece os corações dos homens denuncia a maldade e a hipocrisia desta classe que tinha responsabilidade diante do povo. Dando uma piedosa aparência aos olhos dos homens, esses escribas e fariseus escondiam um estado interior de corrupção e de morte, tal como os sepulcros sobre os quais as pessoas pisam sem dar-se conta.
Quem jamais ousaria falar desse modo com aquele que O convidou? Mas, o Senhor Jesus, segundo o testemunho dos próprios fariseus, era verdadeiro e não se importava com quem quer que fosse, porque não olhava a aparência dos homens (Mateus 22:16). Que exemplo para nós que sabemos cuidar tão bem de nossa reputação aplicando palavras amáveis (embora sempre sejam sinceras!). Esta pretensa cortesia, que no fundo é uma prova de falsidade e de formalismo, é o que o Senhor Jesus condenava nos fariseus.
Por não terem podido contradizer o Senhor, Seus adversários buscam surpreendê-LO nalguma falta. Algumas expressões do Salmo 119 nos dão a conhecer as Suas orações enquanto sofria tal oposição (Salmo 119:98, 110, 150...).
Lucas 11:37-54
Fonte;http://www.ajesus.com.br/todo_dia_com_jesus/novotestamento139.html
Pela segunda vez, o Senhor Jesus é convidado a comer com um fariseu (compare capítulo 7:36). Desta vez o Seu anfitrião até ousa criticá-LO. Então, num discurso veemente, Aquele que conhece os corações dos homens denuncia a maldade e a hipocrisia desta classe que tinha responsabilidade diante do povo. Dando uma piedosa aparência aos olhos dos homens, esses escribas e fariseus escondiam um estado interior de corrupção e de morte, tal como os sepulcros sobre os quais as pessoas pisam sem dar-se conta.
Quem jamais ousaria falar desse modo com aquele que O convidou? Mas, o Senhor Jesus, segundo o testemunho dos próprios fariseus, era verdadeiro e não se importava com quem quer que fosse, porque não olhava a aparência dos homens (Mateus 22:16). Que exemplo para nós que sabemos cuidar tão bem de nossa reputação aplicando palavras amáveis (embora sempre sejam sinceras!). Esta pretensa cortesia, que no fundo é uma prova de falsidade e de formalismo, é o que o Senhor Jesus condenava nos fariseus.
Por não terem podido contradizer o Senhor, Seus adversários buscam surpreendê-LO nalguma falta. Algumas expressões do Salmo 119 nos dão a conhecer as Suas orações enquanto sofria tal oposição (Salmo 119:98, 110, 150...).
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